Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
Senhor, dai-nos sempre a tua companhia, e a companhia de homens e mulheres que têm dúvidas, agem, sonham, se entusiasmam e vivem como se cada dia fosse dedicado a tua glória.
Sejam bem vindos !!!
Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes.
O instante mágico é o momento em que um 'sim' ou um 'não' pode mudar toda a nossa existência.
Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes.
O instante mágico é o momento em que um 'sim' ou um 'não' pode mudar toda a nossa existência.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O Tempo de Deus
História Linda desse Nadador.
Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Algu[em intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito.
O nadador sorriu respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco.
Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus.
Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes. Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso...
Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Algu[em intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito.
O nadador sorriu respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco.
Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus.
Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes. Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso...
Deus Sabe o Que Faz
"...O Pai que está no Céu dará coisas boas aos que Lhe pedirem!"
Evangelho de São Mateus 7:11.
Às vezes, parece que Deus não está ouvindo nossas súplicas. A gente pede, pede, pede, espera que a resposta venha e não vê acontecer nada. Nessa hora, alguns resolvem apelar a entidades que acreditam estar mais acessíveis aos seres humanos. Quer dizer, rezam aos santos ou aos anjos, pensando que eles podem interceder junto ao Pai e convencê-Lo a lhes dar o que querem. Outros buscam ajuda dos espíritos. E há quem faça "promessas" a Deus e aos santos, como se os pudessem subornar...
Tudo isso é desnecessário. Jesus Cristo ensinou que o Pai sempre ouve a qualquer um de Seus filhos, sem que seja preciso a participação de mais ninguém. Como se pode notar na frase citada a cima, Ele esclareceu também que Deus dará coisas boas aos que Lhe pedirem. Em outras palavras, se Lhe pedirmos coisas aparentemente boas, mas que nos podem causar mal futuramente, Ele não as dará.
Nosso discernimento é muito limitado. Mas Deus é suficientemente sábio para conceder-nos aquilo que nos irá beneficiar e negar-nos o que nos pode prejudicar de alguma maneira. Orar não é dar ordens a Deus. É simplesmente apresentar-Lhe nossos problemas e esperar Dele a melhor solução. Não podemos exigir que nos atenda exatamente da maneira, ou no momento, que desejamos.
Acredite em Jesus:
Deus sabe o que é melhor!
Evangelho de São Mateus 7:11.
Às vezes, parece que Deus não está ouvindo nossas súplicas. A gente pede, pede, pede, espera que a resposta venha e não vê acontecer nada. Nessa hora, alguns resolvem apelar a entidades que acreditam estar mais acessíveis aos seres humanos. Quer dizer, rezam aos santos ou aos anjos, pensando que eles podem interceder junto ao Pai e convencê-Lo a lhes dar o que querem. Outros buscam ajuda dos espíritos. E há quem faça "promessas" a Deus e aos santos, como se os pudessem subornar...
Tudo isso é desnecessário. Jesus Cristo ensinou que o Pai sempre ouve a qualquer um de Seus filhos, sem que seja preciso a participação de mais ninguém. Como se pode notar na frase citada a cima, Ele esclareceu também que Deus dará coisas boas aos que Lhe pedirem. Em outras palavras, se Lhe pedirmos coisas aparentemente boas, mas que nos podem causar mal futuramente, Ele não as dará.
Nosso discernimento é muito limitado. Mas Deus é suficientemente sábio para conceder-nos aquilo que nos irá beneficiar e negar-nos o que nos pode prejudicar de alguma maneira. Orar não é dar ordens a Deus. É simplesmente apresentar-Lhe nossos problemas e esperar Dele a melhor solução. Não podemos exigir que nos atenda exatamente da maneira, ou no momento, que desejamos.
Acredite em Jesus:
Deus sabe o que é melhor!
Ser Feliz...
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.
É importante que você sempre se lembre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de você. É ter maturidade para falar: "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para confessar: "eu preciso de você".
Ser feliz é ter a capacidade de dizer "eu te amo".
Desejo que a vida seja um canteiro de oportunidades para você...
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria. Que nos seus invernos seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida. E descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Aproveitar as perdas para refinar a paciência, as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer e os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível. Porque você, você é especial!
Pessoas especiais sabem dividir seu tempo com os outros. São honestas nas atitudes, são sinceras e compassivas, e sabem que o amor é parte de tudo.
Pessoas especiais têm coragem de se doar aos outros, sem nenhum interesse oculto. Não têm medo de ser vulneráveis, acreditam que são únicas e gostam de ser quem são. Pessoas especiais se importam com a felicidade dos outros e os ajudam a conquistá-la.
Pessoas especiais são aquelas que realmente tornam a vida mais bela e mais feliz.
É importante que você sempre se lembre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de você. É ter maturidade para falar: "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para confessar: "eu preciso de você".
Ser feliz é ter a capacidade de dizer "eu te amo".
Desejo que a vida seja um canteiro de oportunidades para você...
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria. Que nos seus invernos seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida. E descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Aproveitar as perdas para refinar a paciência, as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer e os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível. Porque você, você é especial!
Pessoas especiais sabem dividir seu tempo com os outros. São honestas nas atitudes, são sinceras e compassivas, e sabem que o amor é parte de tudo.
Pessoas especiais têm coragem de se doar aos outros, sem nenhum interesse oculto. Não têm medo de ser vulneráveis, acreditam que são únicas e gostam de ser quem são. Pessoas especiais se importam com a felicidade dos outros e os ajudam a conquistá-la.
Pessoas especiais são aquelas que realmente tornam a vida mais bela e mais feliz.
domingo, 22 de agosto de 2010
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabe bem quem é, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem tu és..
E lembra-se:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabe bem quem é, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem tu és..
E lembra-se:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
A pressa é a inimiga da relação
À ansiedade que leva à pressa por um relacionamento. Essa me parece ser uma questão essencialmente feminina. Digo isso porque a maior parte que revelam essa pressa vem de mulheres. Isso não quer dizer, no entanto, que homens não possam vivenciar a mesma ansiedade por uma relação.
A ansiedade por ter uma relação gera uma urgência, uma pressão sobre si mesma para encontrar alguém a qualquer custo. É a ansiedade que leva a uma idealização exagerada do outro. É como se muitas mulheres se sentissem “atrasadas”, precisando recuperar o tempo perdido. Isso as faz olhar para um homem que mal conhecem ou que pensam que conhecem, como alguém perfeito, como aquela pessoa com quem sempre sonharam. Acontece que a pessoa sonhada, o homem perfeito, o príncipe encantado, simplesmente não existem na realidade. Os homens, como as mulheres, estão mais para sapos do que para príncipes. São cheios de imperfeições, imperfeições essas que fazem parte do ser humano.
A ansiedade e a pressa não geram apenas a idealização do outro, mas acabam prejudicando possíveis relações. Isso acontece porque o outro acaba se sentindo pressionado ou, como costumam dizer os homens, sufocados. E quem é que gosta de estar em uma relação sufocante, que não nos permite respirar?
A dita cuja ansiedade pode levar à pressa por um relacionamento, e como essa pressa pode prejudicar a futura relação. Mas o que gera tanta ansiedade, principalmente nas mulheres? É evidente que não existe apenas uma resposta para essa pergunta, pois, como se diz, “cada caso é um caso”. No entanto, o que parece estar por trás de muitos deles é uma descrença na própria capacidade de ter um relacionamento. Muitas mulheres parecem duvidar de si mesmas, parecem achar que não serão consideradas interessantes ou atraentes a ponto de um homem querer estar com elas. Assim, quando aparece uma oportunidade, ela é “agarrada com unhas e dentes”, como se fosse a última ou a única. Os homens acabam percebendo essa maneira de agir, e o final da história é quase sempre frustrante.
E como controlar a ansiedade? Afinal de contas, é fácil sugerir calma e tranquilidade quando estamos de fora da situação. Em primeiro lugar, é preciso ter mais confiança em si. Quando nos consideramos interessantes, as outras pessoas tendem a nos ver assim também. Por isso há tantas pessoas que fogem dos ideais de beleza e que são bastante felizes consigo mesmas e em seus relacionamentos.
Em segundo lugar, é importante ter em mente que as oportunidades que surgem não são as únicas nem as últimas. Perder oportunidades que consideramos boas nunca é uma experiência agradável, mas é preciso pensar que outras igualmente boas podem estar ali adiante.
Por último, não se pode deixar o desânimo tomar conta. Ainda que tenhamos algumas experiências frustrantes, elas não podem nos fazer pensar que não somos interessantes ou atraentes. É sempre importante lembrar que é impossível agradar a todos, assim como não são todos os que nos agradam. Por isso, se não deu certo com um, é essencial permanecer com a cabeça erguida, o orgulho em dia e a certeza de que é possível ser feliz no amor. Sem pressa, ansiedade ou afobação.
A ansiedade por ter uma relação gera uma urgência, uma pressão sobre si mesma para encontrar alguém a qualquer custo. É a ansiedade que leva a uma idealização exagerada do outro. É como se muitas mulheres se sentissem “atrasadas”, precisando recuperar o tempo perdido. Isso as faz olhar para um homem que mal conhecem ou que pensam que conhecem, como alguém perfeito, como aquela pessoa com quem sempre sonharam. Acontece que a pessoa sonhada, o homem perfeito, o príncipe encantado, simplesmente não existem na realidade. Os homens, como as mulheres, estão mais para sapos do que para príncipes. São cheios de imperfeições, imperfeições essas que fazem parte do ser humano.
A ansiedade e a pressa não geram apenas a idealização do outro, mas acabam prejudicando possíveis relações. Isso acontece porque o outro acaba se sentindo pressionado ou, como costumam dizer os homens, sufocados. E quem é que gosta de estar em uma relação sufocante, que não nos permite respirar?
A dita cuja ansiedade pode levar à pressa por um relacionamento, e como essa pressa pode prejudicar a futura relação. Mas o que gera tanta ansiedade, principalmente nas mulheres? É evidente que não existe apenas uma resposta para essa pergunta, pois, como se diz, “cada caso é um caso”. No entanto, o que parece estar por trás de muitos deles é uma descrença na própria capacidade de ter um relacionamento. Muitas mulheres parecem duvidar de si mesmas, parecem achar que não serão consideradas interessantes ou atraentes a ponto de um homem querer estar com elas. Assim, quando aparece uma oportunidade, ela é “agarrada com unhas e dentes”, como se fosse a última ou a única. Os homens acabam percebendo essa maneira de agir, e o final da história é quase sempre frustrante.
E como controlar a ansiedade? Afinal de contas, é fácil sugerir calma e tranquilidade quando estamos de fora da situação. Em primeiro lugar, é preciso ter mais confiança em si. Quando nos consideramos interessantes, as outras pessoas tendem a nos ver assim também. Por isso há tantas pessoas que fogem dos ideais de beleza e que são bastante felizes consigo mesmas e em seus relacionamentos.
Em segundo lugar, é importante ter em mente que as oportunidades que surgem não são as únicas nem as últimas. Perder oportunidades que consideramos boas nunca é uma experiência agradável, mas é preciso pensar que outras igualmente boas podem estar ali adiante.
Por último, não se pode deixar o desânimo tomar conta. Ainda que tenhamos algumas experiências frustrantes, elas não podem nos fazer pensar que não somos interessantes ou atraentes. É sempre importante lembrar que é impossível agradar a todos, assim como não são todos os que nos agradam. Por isso, se não deu certo com um, é essencial permanecer com a cabeça erguida, o orgulho em dia e a certeza de que é possível ser feliz no amor. Sem pressa, ansiedade ou afobação.
Urgência em Recomeçar
Todo relacionamento começa com o desejo que dure para sempre, pelo menos quando atinge um ponto de maior solidez. Naturalmente, ainda que todos saibam que pode chegar ao fim, vive-se o dia a dia com a certeza que será eterno. Namoro, casamento, planos, projetos, filhos, situações tristes e alegres da vida, tudo que compõe e constrói um relacionamento, tudo isso é vivido diariamente pela dupla e oferece solidez ao relacionamento. Os anos passam e alguns relacionamentos caminham para o "juntos para sempre" enquanto outros dão pouco a pouco sinais de desencontros e desajustes difíceis algumas vezes de conciliar e com o tempo o casal se distância e se aproxima do final.
Muitas vezes o final vem acompanhado também do fim do amor e em outras vezes não, mas nessas ocasiões apesar do amor que se sente ele ainda assim não é suficiente para dar continuidade ao relacionamento. De toda forma a ruptura é sempre difícil e sofrida, nunca simples.
Em paralelo é preciso falar sobre a urgência que se experimenta hoje em dia em muitos campos da vida e o sentimental é prioritariamente um deles. Hoje todos correm contra o relógio, não importa a ocasião, é simplesmente necessário chegar o mais rápido possível ao destino final e o desejo maior é que o caminho envolva pouco sentimento, pouca dor, nenhum sofrimento.
Conhecer alguém, se apaixonar, namorar, casar, filhos, uma vida em comum. Não precisa também que se tenha ido tão longe, podemos incluir nesse pacote apenas os namoros, não importa. Leva-se dias, anos para se construir um amor, uma intimidade, inserir aquela pessoa lentamente na sua vida, deixá-la entrar e fazer parte, até que vira aos poucos parte de cada um. Não se experimenta nessa construção uma necessidade de urgência, os dias são vividos e aproveitados (ainda mais no início) intensamente, porém sem pressa, simplesmente passam e naturalmente o elo se torna mais rico, mais forte, mais sólido. Como todo relacionamento, leva-se um tempo de construção.
O que acontece então com essas mesmas pessoas quando o namoro/casamento acaba? O que acontece que vivem uma urgência em extirpar rapidamente o outro e o sofrimento de dentro de si?
Podemos dizer, que todos estão cada vez mais com menos possibilidade em lidar, encarar e elaborar as frustrações da vida. Não quero dizer com isso que o processo de sofrimento seja fácil, ao contrário, é difícil e acima de tudo lento. Elaborar uma perda é um processo que pode levar anos se necessário, ainda que se diga que já não se gostavam mais nos casos amorosos. Toda a falta de pressa que se teve no início, quando ainda construíam o vínculo se transforma em correria contra o tempo, contra o rumo natural dos sentimentos. Agem como se a dor fosse o diabo do qual precisamos fugir para bem longe. Acontece que ela segue junto e não se dá por vencida enquanto não enfraquece por causas naturais, pouco a pouco.
Todos querem encontrar a formula para acabar com a dor sem compreender que o final exige a desconstrução do que um dia foi construído. Não é possível demolir aquela "casa" e limpar da noite para o dia o terreno onde um dia habitamos. A limpeza leva tempo, retirar entulhos, se desfazer de objetos, planar e estabilizar o terreno, tudo muito parecido com o que se faz dentro de cada um de nós quando precisamos lidar com uma ruptura.
No mais, a pergunta que mais intriga é "o que fazer para esquecer?". Levanto uma outra pergunta , será possível esquecer uma parte de nós mesmos? Sim, porque quando queremos esquecer alguém que se foi é em último caso uma parte de nós mesmos com a qual não queremos mais contato. O grande conflito se instala quando percebemos o quanto é impossível que isso aconteça a curtíssimo prazo, como é impossível passar uma borracha na nossa história e no que a compôs, ainda que seja apenas um fragmento de um todo.
Esquecer não é o objetivo final, até porque quando o temos como meta a complicação pode ser ainda maior. É muito mais importante que se lide com todo o processo da dor, com as etapas naturais da dor da separação. Apressar esse processo na maioria das vezes traz consequências ainda piores. A pessoa até acredita que superou e está bem, mas o que normalmente acontece é uma enorme recaída num momento posterior. É necessário refazer a parte da estrutura que ficou frágil e não apenas retocar.
Apesar do oposto que vivemos atualmente é importante que se respeite o tempo e a si mesmo, o tempo humano e não o tecnológico e frenético que vimos acontecer.
Duas frases "Não aguento mais sofrer" e "Quero logo superar essa dor". Exemplos claros do sentimento geral. Parar de sofrer e superar a dor são coisas absolutamente possíveis, porém não imediatas. Os dois exemplos citados falam de pessoas e suas histórias compostas na relação e no tempo. A urgência não está em se sentir logo recuperado, a urgência está em conseguir perceber que humanos precisam do seu próprio tempo, precisam sentir a dor para encontrar meios de superá-la verdadeiramente, precisam compartilhar o que sentem, precisam enfim compreender que não são fracos porque sofrem, mas que ao conseguir lidar e elaborar a dor podem sim se tornar mais fortes.
Muitas vezes o final vem acompanhado também do fim do amor e em outras vezes não, mas nessas ocasiões apesar do amor que se sente ele ainda assim não é suficiente para dar continuidade ao relacionamento. De toda forma a ruptura é sempre difícil e sofrida, nunca simples.
Em paralelo é preciso falar sobre a urgência que se experimenta hoje em dia em muitos campos da vida e o sentimental é prioritariamente um deles. Hoje todos correm contra o relógio, não importa a ocasião, é simplesmente necessário chegar o mais rápido possível ao destino final e o desejo maior é que o caminho envolva pouco sentimento, pouca dor, nenhum sofrimento.
Conhecer alguém, se apaixonar, namorar, casar, filhos, uma vida em comum. Não precisa também que se tenha ido tão longe, podemos incluir nesse pacote apenas os namoros, não importa. Leva-se dias, anos para se construir um amor, uma intimidade, inserir aquela pessoa lentamente na sua vida, deixá-la entrar e fazer parte, até que vira aos poucos parte de cada um. Não se experimenta nessa construção uma necessidade de urgência, os dias são vividos e aproveitados (ainda mais no início) intensamente, porém sem pressa, simplesmente passam e naturalmente o elo se torna mais rico, mais forte, mais sólido. Como todo relacionamento, leva-se um tempo de construção.
O que acontece então com essas mesmas pessoas quando o namoro/casamento acaba? O que acontece que vivem uma urgência em extirpar rapidamente o outro e o sofrimento de dentro de si?
Podemos dizer, que todos estão cada vez mais com menos possibilidade em lidar, encarar e elaborar as frustrações da vida. Não quero dizer com isso que o processo de sofrimento seja fácil, ao contrário, é difícil e acima de tudo lento. Elaborar uma perda é um processo que pode levar anos se necessário, ainda que se diga que já não se gostavam mais nos casos amorosos. Toda a falta de pressa que se teve no início, quando ainda construíam o vínculo se transforma em correria contra o tempo, contra o rumo natural dos sentimentos. Agem como se a dor fosse o diabo do qual precisamos fugir para bem longe. Acontece que ela segue junto e não se dá por vencida enquanto não enfraquece por causas naturais, pouco a pouco.
Todos querem encontrar a formula para acabar com a dor sem compreender que o final exige a desconstrução do que um dia foi construído. Não é possível demolir aquela "casa" e limpar da noite para o dia o terreno onde um dia habitamos. A limpeza leva tempo, retirar entulhos, se desfazer de objetos, planar e estabilizar o terreno, tudo muito parecido com o que se faz dentro de cada um de nós quando precisamos lidar com uma ruptura.
No mais, a pergunta que mais intriga é "o que fazer para esquecer?". Levanto uma outra pergunta , será possível esquecer uma parte de nós mesmos? Sim, porque quando queremos esquecer alguém que se foi é em último caso uma parte de nós mesmos com a qual não queremos mais contato. O grande conflito se instala quando percebemos o quanto é impossível que isso aconteça a curtíssimo prazo, como é impossível passar uma borracha na nossa história e no que a compôs, ainda que seja apenas um fragmento de um todo.
Esquecer não é o objetivo final, até porque quando o temos como meta a complicação pode ser ainda maior. É muito mais importante que se lide com todo o processo da dor, com as etapas naturais da dor da separação. Apressar esse processo na maioria das vezes traz consequências ainda piores. A pessoa até acredita que superou e está bem, mas o que normalmente acontece é uma enorme recaída num momento posterior. É necessário refazer a parte da estrutura que ficou frágil e não apenas retocar.
Apesar do oposto que vivemos atualmente é importante que se respeite o tempo e a si mesmo, o tempo humano e não o tecnológico e frenético que vimos acontecer.
Duas frases "Não aguento mais sofrer" e "Quero logo superar essa dor". Exemplos claros do sentimento geral. Parar de sofrer e superar a dor são coisas absolutamente possíveis, porém não imediatas. Os dois exemplos citados falam de pessoas e suas histórias compostas na relação e no tempo. A urgência não está em se sentir logo recuperado, a urgência está em conseguir perceber que humanos precisam do seu próprio tempo, precisam sentir a dor para encontrar meios de superá-la verdadeiramente, precisam compartilhar o que sentem, precisam enfim compreender que não são fracos porque sofrem, mas que ao conseguir lidar e elaborar a dor podem sim se tornar mais fortes.
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